Mulheres na Ciência: Projeto Caboclas Kirimbaua Auaeté será lançado no dia 3 de maio

Por Irina Coelho
Equipe Ascom/Ufam

A Universidade Federal do Amazonas (Ufam) realiza, no próximo dia 3, a solenidade de abertura do Projeto Caboclas Kirimbaua Auaeté na Ciência. O evento acontece no Auditório Sumaúma da Faculdade de Ciências Agrárias (Fca), a partir das 17h30, e visa estimular a participação de meninas da educação básica nas Ciências Exatas, Engenharias e Computação. 

A iniciativa faz parte do Programa Mulher e Ciência do CNPq e será desenvolvida, simultaneamente, na Ufam e em cinco escolas da rede pública estadual de ensino básico do Estado do Amazonas. As escolas participantes são: Escola CETI – Marcantonio Vilaça II, Escola Estadual Prof. Waldocke Fricke de Lyra, Escola Estadual Almirante Ernesto de Mello Baptista,Escola Estadual Prof. Djalma da Cunha Batista, Escola Estadual Leopoldo Neves.

O Projeto Caboclas Kirimbaua Auaeté inclui palestras e workshops para as alunas do ensino básico com temas como a efetiva participação das mulheres no desenvolvimento científico e tecnológico do país, seja na indústria ou nas carreiras acadêmicas, e, também, reflexões acerca das relações de gênero, mulheres e feminismos no Brasil. Além, da formação continuada para os professores orientadores lotados nas escolas e para os discentes da Ufam.

De acordo com a coordenadora, professora pesquisadora em Matemática, Juliana Ferreira Ribeiro de Miranda, o Projeto promove e estimula a inclusão de mulheres no desenvolvimento da Ciência e Tecnologia no nosso estado. “Esse é um passo bastante significativo para mostrar as meninas, desde o ensino básico, que é possível seguir carreira nas Ciências Exatas, Engenharias e Computação”, destaca. Participam também as professoras pesquisadoras Flávia Morgana de Oliveira Jacinto, Inês Silva de Oliveira Padilha, Karla Christina Tribuzy Bandeira e Maria Rosilene Barroso dos Santos.  

 

Ufam debate educação inclusiva no contexto amazônico

Por: Irina Coelho
Equipe Ascom/Ufam

A Universidade Federal do Amazonas (Ufam) realiza, por meio do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Psicopedagogia Diferencial (NEPPD), a palestra “Menino TDC e Sra. Ignorância: a exclusão dos excluídos”. O tema será abordado pelo prof. Dr. Lúcio Fernandes Ferreira, no dia 3 de maio de 2019, em dois horários: 9h às 12h e 14h às 17h, no auditório Rio Jatapú - Faculdade de Educação (Faced).

As inscrições serão gratuitas, no local do evento e haverá certificado de 4h. Podem participar discentes, docentes e a comunidade em geral. A inciativa faz parte do Ciclo de Palestras e Debates sobre Inclusão no Contexto Amazônico e ocorre mensalmente.

Segundo a coordenadora do NEPPD, professora Maria Almerinda de Souza Matos, essa é uma oportunidade de aproximar toda a comunidade à temática de educação inclusiva. “O NEPPD, em parceria com a linha de pesquisa quatro do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE), tem a preocupação de realizar de forma sistemática os debates sobre educação e inclusão com a comunidade. Essa é uma das formas que encontramos de socializar o conhecimento produzido dentro da Universidade”, destaca.

Sobre o NEPPD

O Núcleo de Estudos e Pesquisas em Psicopedagogia Diferencial (NEPPD), fundado em 2001, está localizado na Faculdade de Educação/Ufam e envolve professores, acadêmicos de graduação e pós-graduação através de um trabalho multidisciplinar e interdepartamental. As linhas de pesquisa integram as seguintes áreas: Acessibilidade, Tecnologia Assistiva e Comunicação Alternativa; Desenvolvimento e Aprendizagem; Educação Especial no Contexto da Educação Inclusiva; Psicomotricidade; Psicopedagogia.

O Núcleo foca o ser humano no seu aspecto global, relacionando-o diretamente ao processo de aprendizagem visando: identificar, acompanhar e orientar pais, professores e estudantes.

Centro de Ciências do Ambiente realiza III Seminário Internacional de Meteorologia e Climatologia do Amazonas

Evento acontece de 15 e 16 de maio no auditório Samaúma, da Faculdade de Ciências Agrárias (FCA)

 

Por Márcia Grana
Equipe Ascom
Com informações do CCA

O Centro de Ciências do Ambiente (CCA) e o Laboratório de Agroclimatologia e Sensoriamento Remoto (LASR) da Universidade Federal do Amazonas promovem nos dias 15 e 16  de maio de 2019, no auditório Samaúma, da Faculdade de Ciências Agrárias (FCA), o III Seminário Internacional de Meteorologia e Climatologia do Amazonas. O evento, que tem o tema “Mudanças Climáticas & Sustentabilidade”, traz o debate acerca das modificações climáticas e amplia as discussões sobre sustentabilidade em nível local, regional, nacional e internacional. Confira a programação completa em anexo.

De acordo com o coordenador do seminário, professor Eron Bezerra, o objetivo do evento é condensar contribuições teóricas e empíricas constituídas das adversidades epistemológicas da climatologia, meteorologia e sustentabilidade.

Inscrições

Gratuito, o evento disponibiliza certificado de 20 horas complementares aos participantes. As inscrições podem ser realizadas no seguinte link: Inscrição III Seminário Internacional de Meteorologia e Climatologia do Amazonas

 

Saúde do Surdo Amazônida – 1º Fórum sobre o tema ocorre nos dias 23 e 24 de maio

Por Cristiane Souza
Equipe Ascom Ufam

A Universidade Federal do Amazonas (Ufam) realiza, nos dias 23 e 24 de maio de 2019, o 1º Fórum de Saúde do Surdo Amazônida, com debates e oficinas de saúde ministradas em Língua Brasileira de Sinais (Libras). O evento ocorre no auditório Samaúma, localizado na Faculdade de Ciências Agrárias (FCA), setor Sul do Campus Sede.

“O objetivo é debater/dialogar/discutir sobre a Saúde do Surdo Amazônida, com as seguintes questões disparadoras: ‘Como está a saúde do surdo Amazônida?’, ‘O fazer para promover a saúde do surdo Amazônida?’; e as seguintes questões transversais: ‘Qual é o papel das instituições (Susam, Semsa, Seped, Cas, Asman e Aspin ) no cuidado em saúde do surdo Amazônida?’ e ‘Existe uma possível formação de agenda, accountability vertical , para a formulação de políticas de Estado para essa comunidade linguística?’”, explica a professora da Faculdade de Medicina e discente do curso de Letras-Libras da Ufam Ana Francisca da Silva.

Ainda segundo ela, a iniciativareflete a necessidade de conhecer a realidade sobre saúde da pessoa surda no estado do Amazonas, dando voz e representatividade científica desse direito a comunidade surda amazonense. “A Ufam, no papel de instituição organizadora, exerceria seu pioneirismo e sua representatividade, dentro da comunidade científica, realizando a interlocução entre ensino, pesquisa e extensão, com o Curso de Letras Libras, ou, uso da Língua de Sinais, para mediar esse Fórum”, afirma Ana Francisca da Silva.

Além da Ufam, a atividade tem a parceria da Secretaria de Estado da Saúde (Susam), da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) e da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Seped). As entidades representativas da comunidade surda também atuarão: Associação dos Surdosde Manaus (Asmam), o Centro de Atendimento ao Surdo (CAS) e a Associação dos Surdos de Parintins (Asppin). Já parceria com a Coordenação de Tradução da Ufam (CTRAD) confere o diferencial da acessibilidade linguística ao Fórum.

Confira a programação

Dia 23.05.2019

18h – Abertura – Mesa com a participação da Ufam e de instituições parceiras

19h15 – Momento Cultural

19h35 – Palestra de abertura – O Surdo Amazônida

Dia 24.05.2019 – Mesas-redondas

9h - 12h – Mesa 1 – A Saúde do Surdo Amazônida (Asmam, Seped, Semsa);

9h - 12h – Mesa 2 – Como promover a saúde do Surdo Amazônida (Susam, CAS, Aspin).

Dia 24.05.2019 - Oficinas

Saúde Mental –> Psicólogo Leonardo Chagas;

Saúde da Mulher e do Homem –> Fonoaudiólogo Pedro Auzier;

Materiais Didáticos para o Ensino de Saúde em Libras –> Acadêmicos de Libras (7º período);

Infecções Sexualmente Transmissíveis –> Fisioterapeuta Ana Francisca;

Sedentarismo e Qualidade de Vida –> Ed. Físico Tiago Silva e Ed. Físico Thiago Henrique;

Primeiros Socorros para surdos –> Enfermeira Bianca Nascimento;

Prática de Tradução em Contexto de Saúde –> TILSP Caroline Ribeiro.

Anexos:
Fazer download deste arquivo (Saude Surdo (1).jpeg)Programacao-Forum[ ]138 kB
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Seminário do Nepecab aborda ‘Vigilância em Saúde na Atenção Básica’ no dia 30 de abril

Por Cristiane Souza
Equipe Ascom Ufam

Promovido pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas das Cidades da Amazônia (Nepecab), a primeira edição dos Seminários do Nepecab aborda o tema da Vigilância em Saúde e Atenção Básica. O evento ocorre nesta terça-feira, 30, às 18h, no auditório Rio Solimões, localizado no Instituto de Filosofia, Ciências Humanas e Sociais (IFCHS), setor Norte do Campus Sede da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). A atividade é gratuita e aberta ao público.

As inscrições já estão disponíveis em https://doity.com.br/seminarios-nepecab-abril e a participação garante certificado de duas horas complementares.

Neste evento, o enfoque é para os desafios relacionados à saúde coletiva, tendo como palestrante o professor Samuel Carmo Lima, titular da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) de Minas Gerais. Ele é licenciado e bacharel em Geografia (1980) pela Universidade Federal Fluminense (UFF), mestre em geociências pela UFF (1985), doutor em Geografia Física pela Universidade de São Paulo (USP) (1996) e pós-doutor pela Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) (2009).

Saiba mais

O Seminário do Nepecab é um projeto de extensão na modalidade Programa de Apoio à Realização de Cursos e Eventos (Parec) da Pró-Reitoria de Extensão (Proext) e realizado pelo Nepecab, este vinculado ao Departamento de Geografia do IFCHS. Seu objetivo é propiciar um espaço para discussões inter e transdisciplinares acerca dos processos de urbanização na Amazônia.

A atividade é coordenada pelo professor Geraldo Alves de Souza, que é vice-líder e pesquisador do Núcleo. A comissão organizadora é composta pelos seguintes membros: Fernando Monteiro, Gercicley dos Santos, Hellen Braga, Juliano Santos, Kelle Sousa, Milena Maria, Rosilene Nunes e Yan Borges.

Mais informações

Professora Paola de Santana - (92) 98812-0353

Gercicley dos Santos - (92) 99147-6805

Email: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. / facebook.com/NEPECAB.UFAM.

Cecam/Ufam lança campanha em comemoração ao Dia Mundial de Combate ao Assédio Moral

Por Cecam/Ufam

 

 

 

No dia 02 de maio é comemorado o “Dia Mundial de Combate ao Assédio Moral”, neste dia a CECAM assume um papel de fundamental importância promovendo a difusão do conhecimento alertando para gravidade do problema, que pode afetar a saúde das vítimas e comprometer o ambiente de trabalho.

A campanha reforça o comprometimento para a promoção de um ambiente de trabalho saudável a fim de garantir a dignidade dos profissionaisvem esclarecer como identificar o comportamento, orientar quanto às questões de adoecimento, como proceder para colher provas e como denunciar o Assédio Moral.

Como reconhecer o Assédio Moral

O Assédio Moral é uma conduta abusiva, intencional, frequente e repetida, que ocorreno meio ambiente laboral, cuja causalidade se relaciona com as formas de organizar o trabalho e a cultura organizacional, que visa humilhar e desqualificar um individuo ou um grupo, degradando as suas condições de trabalho, atingindo a sua dignidade e colocando em risco a sua integridade pessoal e profissional (Barreto &Heloani, 2018).

Criticar constantemente, sobrecarregar a pessoa, passar tarefas humilhantes ou impossíveis de se fazer, ignorá-la deliberadamente, divulgar boatos a seu respeito, falar aos gritos, ameaçar com violência ou dificultar direitos são algumas atitudes que podem configurar assédio moral. Em determinadas situações, o assédio pode caracterizar crime. Quem assedia pode responder por crimes contra a honra, constrangimento ilegal e abuso de autoridade, em casos mais graves improbidade administrativa.

Para reconhecer a existência do assédio moral, Leymann (1997) leciona que para se falar em assédio moral, o fenômeno deve compreender pelo menosUMA das 45 formas de comportamentos descritos no LeymannInventoryofPsychologicalTerrorization – LIPT. Para pesquisadora francesa Marie-France Hirigoyen os comportamentos são classificados de acordo com as diferentes culturas, os quais passam a serem reconhecidos como atitudes hostis, sendo elas assim identificadas:

01. Seu chefe não lhe dá a oportunidade de comunicar-se?

02. Você é constantemente interrompido quando fala?

03. Os colegas de trabalho o impedem de se expressar?

04. Seu chefe ou seus colegas de trabalho gritam com você?

05. Seu trabalho é constantemente criticado de forma injusta ou exagerada?

06. Sua vida privada é constantemente criticada?

07. Você é aterrorizado com chamadas telefônicas, principalmente fora do horário de trabalho?

08. Você é ameaçado verbalmente ou por escrito?

09. Você só é agredido quando está a sós com essa pessoa (chefe, colega, outros)?

10. O contato é negado à você (evitam o contato visual mediante gestos de rejeição, desdém ou menosprezo, suspiros, olhares desdenhosos, levantar de ombros, etc.)?

11. O contato é negado por meio de insinuações? por exemplo, dirigindo-se exclusivamente a terceiros numa reunião como senão lhe vissem ou como se você não existisse.

12. Não se fala nunca com você?

13. Você não tem permissão para dirigir-se a ninguém?

14. Deram à você um posto de trabalho que o isola de seus colegas?

15. Seus colegas de trabalhos estão proibidos ou evitam falar com você?

16. Negam sua presença física?

17. Você é injuriado, difamado ou caluniado?

18. São orquestradas contra você fofocas ou rumores pelo chefe ou pelos colegas de trabalho?

19. Você é ridicularizado?

20. Você é tratado como se estivesse mentalmente doente?

21. Tentam força-lo a um exame psiquiátrico?

22. Inventam supostas enfermidades contra você?

23. Zombam sobre deficiências físicas ou sobre aspectos físicos seus (imitam seus gestos, sua postura, sua voz e seu humor para poder ridicularizá-lo)?

24. Suas crenças políticas ou religiosas são atacadas?

25. Zombam de sua vida privada?

26. Zombam de suas origens ou de sua nacionalidade?

27. Você é obrigado a fazer um trabalho humilhante?

28. Apenas o seu trabalho é monitorado, anotado, registrado e consignado em termos maliciosos?

29. Questionam ou contrariam todas as suas decisões?

30. Você é ofendido (injurias) em termos obscenos ou degradantes?

31. Você é assediado (a) ou agredido (a) sexualmente (gestos ou propostas)?

32. Não lhe repassam trabalho algum (lhe deixam ocioso)?

33. Você é privado de qualquer ocupação e se cuida para que não possa encontrar nenhuma tarefa por si mesmo?

34. Atribuem à você tarefas totalmente inúteis ou absurdas?

35. Atribuem à você tarefas muito inferiores a sua capacidade ou competência profissionais?

36. Atribuem à você sem cessar tarefas novas?

37. Atribuem à você tarefas que exigem uma experiência superior a suas competências profissionais?

38. Você é pressionado para que não faça valer seus direitos?

39. Você é obrigado a realizar trabalhos perigosos ou especialmente nocivos para a saúde?

40. Não levam em conta recomendações de ordem médica indicadas pelo médico do trabalho ou assistente?

41. Você é ameaçado ou agredido fisicamente, porém sem gravidade, a título de advertência (um empurrão, um esbarrão, por exemplo)?

42. Você foi advertido em razão de atestados médicos ou de reclamações de seus direitos?

43. Se lhe ocasionam voluntariamente gastos com a intenção de prejudica-lo?

44. Causam danos em seu posto de trabalho ou em seu carro ou em sua casa?

45. Você sofreu algum dano psicológico e/ou físico decorrente da intenção de prejudica-lo, em seu local de trabalho?

 

As principais vítimas de Assédio Moral são:

  • Mulheres;
  • Pessoas idosas;
  • Negros e Negras;
  • Pessoas em situação de estabilidade provisória (gestante, sindicalistas e beneficiário de auxílio-doença);
  • Pessoas altamente empenhadas no trabalho;
  • Homossexuais;
  • Portadores de HIV ou doenças graves;
  • Pessoas obesas ou com sobrepeso;

Consequências do assédio moral sobre a saúde

Lecionam Roberto Heloani e Margarida Barreto (2018) quanto a gravidade destes comportamentos:

O Assédio Moral contém danos, ou melhor, é uma constelação de danos morais, de microviolências e traumas psíquicos, cuja gravidade se acentua quanto mais tempo ficar expostos às humilhações e constrangimentos. A carga psíquica que uma pessoa sujeita a essa barbárie recebe geralmente é desproporcional às suas forças. Sabemos que quase sempre deixa sequelas que permanecem por toda a existência. Deste modo, não é somente o presente que é maculado, na medida em que as lembranças do passado vivenciadas, constantemente retornam à memória. E o futuro que foi violado, pode leva-lo ao suicídio”.

Como se vê os reflexos àquem sofre Assédio Moral são extremamente significativos, vão desde a queda da auto-estima até o adoecimento, com quadros entre eles:

  • Depressão, angústia, estresse, crises de competência, crises de choro, mal-estar físico e mental;
  • Cansaço exagerado, irritação constante;
  • Insônia, pesadelos, alterações no sono;
  • Diminuição da capacidade de concentração e memorização;
  • Isolamento, tristeza, redução da capacidade de fazer amizades;
  • Falta de esperança no futuro;
  • Mudança de personalidade, reproduzindo as condutas de violência moral;
  • Mudança de personalidade, passando a praticar a violência na família;
  • Aumento de peso ou emagrecimento exagerado;
  • Distúrbios digestivos, aumento da pressão arterial, tremores e palpitações.

 

E o que fazer?

A CECAM orienta que se você compreende que esteja sendo submetido ao Assédio Moral, primeiro identifique entre os atos hostis acima “quais” são os comportamentos que você esta vivenciando repetidamente. Para colher provas, é necessário que anotem com detalhes as situações de assédio, guardem gravações, fotos ou documentos, laudos médicos que possam servir de provas. Também devem procurar a ajuda de testemunhas que tenha presenciado as microviolências, além de evitar conversar a sós com a pessoa que assedia. Os familiares desempenham um papel de fundamental importância, no apoio ao bem estar da vítima, principalmente aos adoecidos.

Antes de formular sua denuncia, a CECAM recomenda que efetue um registro dos fatos, via Ouvidoria da UFAM (https://www.portalouvidoria.ufam.edu.br/fale-conosco.html), que irá encaminhar seu registro para CECAM acompanhar e procederseu acolhimento, orientando-o em como proceder quanto ao seu caso, até mesmo orientando em como coletar provas que permitam instruir sua denúncia e como deverá proceder nas questões de adoecimento. A prática, quando comprovada, pode resultar em responsabilização administrativa do assediador.