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Portaria agiliza submissão de projetos com seres humanos ao Comitê de Ética em Pesquisa

A decisão beneficia toda a comunidade acadêmica da Ufam

Com a medida, todos os 23 diretores de unidades acadêmicas da capital e interior podem dar parecer acerca de pesquisas envolvendo seres humanos. Medida já está em vigor.

No último dia 26, o reitor Sylvio Puga assinou a Portaria Nº 0453/2018, na qual delega aos diretores de unidades da Ufam a prerrogativa de assinar a folha de rosto de projetos que envolvam participação humana inseridos na Plataforma Brasil. A decisão é uma resposta à demanda dos institutos fora de sede e visa dar maior agilidade ao trâmite institucional dos projetos a serem submetidos ao Comitê de Ética em Pesquisa (CEP).

Antes da medida todas as propostas precisavam do aval do reitor ou da Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação (Propesp), como gestores da universidade, o que, em alguns casos, poderia gerar perda de prazos e oportunidades para o desenvolvimento de pesquisas já que, principalmente no caso das unidades fora da sede, o tempo para apreciação do projeto era maior. Para a pró-reitora de Pesquisa e Pós-graduação, professora Selma Baçal, a portaria era necessária por otimizar o trabalho de pesquisadores e gestores em um processo importante para a Instituição. “A ideia é dar maior celeridade a esse trabalho porque semanalmente chegam muitos projetos. Queremos permitir que quem queira submeter um projeto ao Comitê de Ética não perca tempo aguardando uma assinatura, porque, com a maior proximidade com o diretor de unidade, é mais facial obter a ciência da Instituição e submeter ao comitê”, explicou a pró-reitora.

Para o diretor do Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia (Icet) da Ufam, professor Jorge Kanda, o documento representa um grande avanço no âmbito gestor da Universidade por desburocratizar o processo e atender à realidade dos institutos. “É um avanço significativo principalmente para nós do interior. Fico feliz porque isso permite aos nossos professores submeter projetos ao Comitê de Ética com mais facilidade”, disse. “Acredito que isso ajudará a aumentar o número de projetos submetidos, inclusive”, comenta.

Treinamento da Plataforma Sucupira conduz à melhoria da pós-graduação da UFAM

 

Por Sandra Siqueira
Equipe Ascom

Orientar e atualizar coordenadores e técnico-administrativos dos programas de pós-graduação da Ufam é o objetivo do Treinamento de uso da Plataforma Sucupira, realizado pela Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação (Propesp), nestas terça e quarta-feira, dias 27 e 28, no auditório da Faculdade de Direito.

Utilizada como base para coleta de dados referentes à pós-graduação brasileira, a Plataforma Sucupira é uma ferramenta fundamental para o gerenciamento da área. Criada em maio de 2014, a plataforma é usada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) para obter informações dos programas a fim de realizar a avaliação destes.

De acordo com a pró-reitora de Pesquisa e Pós-graduação, professora Selma Baçal, o treinamento é importante devido às atualizações constantes da plataforma e também pela necessidade de capacitação dos responsáveis pelo preenchimento da plataforma. “Temos até 30 de abril para enviar o relatório das atividades de 2017. Nossa meta é a buscar o preenchimento da plataforma com excelência. Queremos fortalecer a pós-graduação com o conhecimento e maior intimidade no manuseio da plataforma. Quanto melhor a informação postada, melhor a condição para a avaliação do programa pela Capes”, declara.

Convidada para ministrar o treinamento, a professora Maria Ataíde Malcher, da Universidade Federal do Pará (UFPA), transmitiu ao grupo dicas e informações relevantes sobre a pós-graduação brasileira e o uso da Plataforma Sucupira em si. Segundo a professora, é comum entre os membros da comunidade acadêmica brasileira a dificuldade em transformar em dados e relatórios as diversas ações desenvolvidas no âmbito da pós-graduação. "É muito comum a gente ter um relatório muito aquém do que foi feito", revelou, ao dizer que isto resulta em má avaliação do programa.

A instrutora recomendou a leitura do manual da Plataforma Sucupira a fim de facilitar o entendimento do funcionamento das avaliações dos programas bem como o manuseio da ferramenta. A professora citou como exemplo a forma deve ser feito o registro da relação entre egressos dos programas. Ela afirma que o manual disciplina esse tipo de registro, facilitando o trabalho do responsável pelo relatório.  “A Plataforma permite muitas ações, com cruzamento dos dados, além de ser uma ferramenta transparente. A sociedade está investindo na pós-graduação e, com a Plataforma, é possível saber quem está fazendo o quê e onde. Isso é algo que não tem preço”, defende.

Participando do treinamento, o coordenador do programa de pós-graduação em Geografia, professor Ricardo Nogueira, acredita que o curso será útil no fornecimento de elementos importantes para o correto preenchimento da plataforma. “Sabemos que são inúmeras as variáveis que compõem a totalidade da avaliação dos programas de pós-graduação e certamente com este curso teremos condições de saber como fazer este preenchimento”, afirma.

A oficina atraiu visitantes externos à Universidade, como a coordenadora do curso de pós-graduação em Hematologia da Universidade do Estado do Amazonas em parceria com a Fundação Hemoam, Cristina Ferreira. Há poucos meses à frente do curso, para ela, esta é uma oportunidade de obter grande aprendizado para a melhoria da pós-graduação amazonense. “Até o momento tenho gostado muito da palestra da professora. Foi bastante esclarecedora. Ela tem sido bem clara e didática. Eu espero que o curso seja muito bom. Vai auxiliar nas nossas necessidades, além de permitir o contato e a parceria entre as pós-graduações e, com isso, o crescimento da pós-graduação do Estado”, disse.

 

 

ACESSO RÁPIDO