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Proplan apresenta Plano de Gestão Orçamentárias 2026 para gestores da universidade

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Gestores de unidades administrativas e acadêmicas e conselheiros do Conselho de Administração (Consad) da Universidade Federal do Amazonas participaram, no dia 12 de fevereiro, da reunião que apresentou o Plano de Gestão Orçamentária da universidade para o ano de 2026. 

O evento foi promovido pela Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional (Proplan) e marcou o momento de debate do instrumento técnico que define o planejamento e a execução orçamentária da Ufam durante o ano. O Plano será apreciado pelo Consad na reunião ordinária agendada para o dia 3 de março.

A reitora da Ufam, professora Tanara Lauschner, avaliou que a reunião promove o diálogo e a transparência da gestão orçamentária da universidade. “A gente trouxe a realidade do nosso orçamento e conversou com todos os gestores da universidade para a gente encontrar o melhor caminho para o Ufam como um todo. Nossa proposta foi bem recebida, e ajustes serão necessários. Além do orçamento da universidade, a gente também traz no Plano uma metodologia de distribuição do orçamento para as unidades acadêmicas, que vai ser testada ao longo deste ano. A gente vai ficar observando essa metodologia em relação a quais são os melhores critérios, como é que cada unidade executa e o que a gente tem que melhorar do ponto de vista da gestão para a execução da unidade acadêmica”, explicou a reitora. 

A gestora ressaltou que o Plano de Gestão Orçamentária da Ufam 2026 está público no Sistema Eletrônico de Informações (Sei) e os diretores de unidades podem apresentar sugestões de alterações até o dia 20 de fevereiro. “Cada diretor também pode discutir na sua unidade alguns detalhes, alguma proposta, pois o espírito é de colaboração”, finalizou Tanara Lauschner.

Equilíbrio entre orçamento e necessidades

A pró-reitora de Planejamento e Desenvolvimento Institucional, Alice Gomes Guimarães Areque, apresentou o Plano de Gestão Orçamentária da Ufam 2026 aos participantes da reunião. O instrumento é construído em conformidade com o Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), a Lei Nº 4.320/1964, a Lei de Responsabilidade Fiscal e o Manual Técnico de Orçamento (MTO) e sistematiza o orçamento anual da universidade a partir das necessidades identificadas junto às unidades acadêmicas e administrativas. “A gente faz um levantamento técnico das necessidades da universidade, dos contratos vigentes, principalmente aqueles continuados, das necessidades das unidades acadêmicas e das necessidades finalísticas, que são as bolsas, os programas institucionalizados de apoio ao ensino, pesquisa, extensão e inovação. Com o levantamento dessa demanda, nós trabalhamos nesse plano para demonstrar nossa necessidade com nossa realidade orçamentária”, explicou a pró-reitora.

Segundo Alice Areque, o Plano de Gestão Orçamentária dialoga diretamente com o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI 2026-2030) da universidade, com a novidade neste ano da vinculação da execução orçamentária com os eixos do PDI: “A gente já vai conseguir enxergar por eixo como é que está sendo a execução do orçamento. Ano passado nós lançamos os Painéis Orçamentários e este ano a gente traz mais um painel dentro dos demonstrativos, que é esse da vinculação do PDI com o orçamento”, ressaltou. 

Novas metodologias de distribuição de recursos

Uma inovação do Plano de Gestão Orçamentária da Ufam 2026 é a proposição de duas novas metodologias de distribuição orçamentária na universidade. A primeira metodologia, a principal, engloba critérios estruturais (aluno equivalente, quantitativo de cursos de graduação, quantitativo de servidores e área construída) e eficácia acadêmica (taxa de diplomação de cada unidade). A segunda metodologia, complementar, considera o custo de interiorização, que se fundamenta no critério objetivo da distância geográfica entre os campi do interior e a sede da universidade.

Segundo o diretor do Departamento de Orçamento da Proplan, Lucas Moura da Silva, a proposição das novas metodologias busca promover um arranjo mais isonômico e transparente da execução orçamentária da universidade, a partir da adoção de critérios objetivos de distribuição. “Até os anos anteriores, a gente utilizava basicamente o critério de execução. E o critério de execução acaba penalizando as unidades que historicamente nunca receberam orçamento. Então, por isso que, a partir deste ano, a gente buscou iniciar com a experimentação dessas novas metodologias, buscando mais transparência e eficiência. São duas metodologias que são independentes, são cálculos diferentes que a gente faz para cada uma das metodologias e, no final, elas acabam se complementando. Estamos implantando agora, estamos estudando e ouvindo a percepção das unidades sobre essas novas metodologias”, afirmou o diretor. 

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