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Ufam participa de oficina para a construção do Plano Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) do Amazonas

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A Universidade Federal do Amazonas (Ufam), nos dias 5 e 6 de fevereiro, participou da oficina de Planejamento Estratégico de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) promovida pelo Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (Conecti). A ideia é consolidar propostas que irão subsidiar a construção do Plano Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) do Amazonas. 

No segundo dia, o encontro aconteceu no Ceteli/Ufam e avançou com debates sobre a criação de polos digitais no interior do Estado e a integração entre ciência e saberes tradicionais. Segundo o secretário-executivo de CT&I, Jeibi Medeiros, realizar parte da oficina na Ufam foi uma escolha intencional. “Estamos em uma instituição com uma história forte, antiga e profundamente ligada à produção de conhecimento do nosso Estado. Essa escolha é intencional. A ideia é pulverizar as discussões, envolver mais pessoas e ampliar o diálogo. Quando ocupamos espaços como a Ufam, reforçamos que esse plano não pertence a uma única instituição, mas ao ecossistema como um todo. É assim que fortalecemos a CTI no Amazonas, com colaboração, escuta e uma construção coletiva”, destacou o secretário-executivo de CT&I.

O pró-reitor da Pró-Reitoria de Inovação Tecnológica (Protec), professor Dalton Vilela, falou do papel estratégico da Ufam. “Nossa Instituição tem uma preocupação fundamental com o desenvolvimento do estado, especialmente no que diz respeito à Ciência, Tecnologia e Inovação no Amazonas.  Acreditamos que temos muito a contribuir e apoiar outras instituições também, pois cada um tem um papel importante a desempenhar.  A integração de todos os atores, incluindo os participantes privados, é crucial para o sucesso. Ao trabalharmos juntos, podemos alcançar resultados maiores e mais significativos para consolidarmos todas as iniciativas em algo efetivo para o desenvolvimento real do Estado”, destacou o pró-reitor.

Durante a oficina, os participantes atuaram de forma integrada para identificar prioridades, desafios e oportunidades para o fortalecimento do ecossistema de inovação, com atenção especial à interiorização das políticas públicas e ao desenvolvimento sustentável. As discussões também abordaram diretrizes alinhadas aos eixos de fomento, financiamento e infraestrutura científica e tecnológica, conforme orientações do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

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