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Enquete 'Coronavírus: percepção social no Amazonas' identifica os impactos sobre as pessoas e suas reações resultantes da pandemia do Coronavírus

Publicado: Quinta, 16 de Abril de 2020, 14h13 | Última atualização em Segunda, 20 de Abril de 2020, 16h08 | Acessos: 627

Por Juscelino Simões
Equipe Ascom Ufam 


Diante das crises na saúde pública e na economia causadas pela pandemia do novo coronavírus (covid-19), sem precedentes no mundo, a academia tem sido procurada para dar respostas. Vários professores da Universidade Federal do Amazonas são procurados todos os dias por estudantes, jornalistas, dirigentes sindicais, lideranças sociais, gestores de órgãos públicos, entre outros, para que os ajudem a compreender o que está acontecendo no mundo, em particular na região Norte, especificamente no Amazonas.
A partir desta demanda, os professores Luiz Antonio Nascimento de Souza, do Departamento de Ciências Sociais da Ufam, Welton Oda, do Departamento de Biologia do Instituto de Ciências Biológicas da Ufam (ICB), juntamente com o bacharel em estatística pela Ufam, e mestre em Ciências Aplicadas à Hematologia pela UEA, Luiz Augusto Schwade, resolveram aplicar, por meio de enquete, pesquisa com a comunidade para avaliar os impactos sociais atuais.
“Com a finalidade de capturar o momento que temos passado frente à crise causada pela doença e suas consequências sobre a vida e o cotidiano da população amazonense, resolvemos realizar uma enquete com o objetivo de identificar os impactos sobre as pessoas e suas reações”, destacou Luiz Antonio Nascimento.
Para abordar a população do Estado sobre esses impactos e gerar uma análise científica dos dados coletados, observando as diretrizes estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) do isolamento social, os pesquisadores se utilizaram de enquete virtual, preenchimento de Formulário do Google, plataforma aberta ao uso público, online e colaborativa, para levantar esses dados.
Mais de 400 pessoas acessaram o formulário e responderam sobre o cotidiano delas, seu comportamento no dia a dia. “Já encerramos a coleta de dados. Nossa intenção era coletar o maior número possível de manifestações de pessoas da capital e interior. Agora estamos analisando o material. Tão logo tenhamos os resultados voltaremos aqui para compartilhar com cada um de vocês”, disse o pesquisador Luiz Antonio

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