No encontro, a reitora apresentou a Rede Acolhe, serviço multiprofissional voltado ao combate à violência no âmbito da Ufam

Na tarde desta segunda-feira, 1°, a reitora da Ufam, professora Tanara Lauschner, e demais gestores da administração superior, reuniram-se com representantes estudantis para abordar temas de interesses da comunidade acadêmica. Neste terceiro encontro, foram tratados assuntos como denúncias de assédio na Universidade, alimentação servida no Restaurante Universitário, condições da estrada do campus, festas, dentre outros.
A reitora conduziu o encontro contando com a participação dos gestores responsáveis pelos assuntos em pauta. Durante a reunião, a reitora apresentou o Programa Rede Acolhe, cujo objetivo é combater formas de violência no âmbito universitário. “A Universidade Federal do Amazonas reconhece que o cuidado é parte indissociável da vida acadêmica. A criação da Rede Acolhe representa o compromisso institucional de garantir que nenhuma estudante enfrente sozinha situações de violência, assédio ou vulnerabilidade em nosso ambiente universitário”, expôs a professora Tanara Lauschner. “A Ufam disponibiliza agora espaços e recursos complementares de proteção. Este painel, publicado no domínio *acolhe.ufam.edu.br*, organiza de forma clara o fluxo de informação e os caminhos para o registro de denúncias. Além disso, no Centro de Convivência, o Observatório da Violência de Gênero manterá um espaço físico de referência, para prevenção, orientação e informação. A Rede Acolhe reúne programas de pós-graduação, núcleos de pesquisa e profissionais de diferentes áreas, todos comprometidos com uma resposta que vai da prevenção ao acompanhamento. Cuidar é também um ato político. E a Ufam está comprometida com isso”, completou a gestora.
Para Sarah Beatriz Lima, integrante do Centro Acadêmico de História, a reunião entre gestores e a representação estudantil foi bastante proveitosa. “Eu acho muito legal essa iniciativa de fazer reuniões periódicas com a gente. Acredito ser de extrema importância porque nós que entramos na Ufam no pós-pandemia, num momento em que o movimento estudantil estava meio morto e a Universidade também não tinha essa comunicação direta com os estudantes, então, é necessário que ocorram momentos como esse em que podemos falar as nossas demandas para os gestores e eles apresentarem os direcionamentos possíveis”, considerou. “Eles deram as respostas que nós já esperávamos, mas que bom que deram. Eu achei muito boa a questão do canal de denúncia de violência e assédio. Se for concretizada, com o espaço físico lá no CDC [Centro de Convivência], vai ser muito legal também. Os alunos vão se sentir mais acolhidos e mais à vontade”, concluiu Sara.
Representando o corpo discente da Instituição, participaram da reunião, presencialmente, cerca de 50 representantes discentes, somados aos 28 que estiveram no encontro de forma virtual.

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