Ufam adere à Rede Alyne e integra curso nacional de especialização em Enfermagem Obstétrica
A Universidade Federal do Amazonas (Ufam), por meio da Assessoria de Relações Internacionais e Interinstitucionais, formalizou sua adesão à Rede Alyne, no âmbito do Curso de Especialização em Enfermagem Obstétrica (CEEO/Rede Alyne), iniciativa nacional voltada ao fortalecimento e à expansão da enfermagem obstétrica no Sistema Único de Saúde (SUS). A adesão foi oficializada por meio de Acordo de Adesão, celebrado no contexto do Termo de Execução Descentralizada (TED) nº 181/2024, cuja instituição executora é a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Com a assinatura do acordo, a Ufam passa a atuar como instituição coexecutora do projeto, integrando uma ampla rede de universidades e escolas de saúde de todas as regiões do país. A iniciativa tem como objetivo ampliar a formação de enfermeiros obstétricos, com foco na regionalização e interiorização da qualificação profissional, contribuindo para a melhoria da atenção obstétrica e neonatal e para o enfrentamento das desigualdades regionais no acesso à saúde.
Como instituição coexecutora, a Ufam desempenhará um papel estratégico na implementação do projeto no contexto amazônico, sendo responsável pela execução das atividades acadêmico-pedagógicas do curso em sua sede, incluindo aulas teóricas, teórico-práticas e práticas. A Ufam também será responsável a infraestrutura, a equipe docente e o apoio administrativo necessários, além de zelar pelo cumprimento das ações afirmativas e dos critérios de seleção previstos em edital.
De acordo com o Plano de Trabalho do projeto, o curso é ofertado na modalidade de especialização lato sensu, com carga horária total de 720 horas, envolvendo atividades teóricas, teórico-práticas e práticas em serviços de saúde. A proposta pedagógica prioriza a articulação entre ensino e serviço, fortalecendo o SUS e promovendo a qualificação das redes de atenção à saúde da mulher, do recém-nascido e das famílias nos diferentes territórios. O curso integra, ainda, a política pública Rede Alyne, coordenada pelo Ministério da Saúde, que busca reduzir desigualdades e qualificar a atenção obstétrica no país.
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