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Campanha virtual arrecada doações para tratamento de saúde de egressa e ex-docente da Ufam em Parintins

  • Publicado: Segunda, 06 de Janeiro de 2020, 15h45
  • Última atualização em Segunda, 06 de Janeiro de 2020, 16h26
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Egressa do curso de Serviço Social do Instituto de Ciências Sociais, Educação e Zootecnia da Universidade Federal do Amazonas (ICSEZ/Ufam), onde também lecionou como docente substituta no mesmo curso, a parintinense Lourdes Ferreira da Silva foi diagnosticada, em janeiro de 2019, com um tumor cerebral de grandes dimensões. Ela está grávida desde setembro passado, estado em que a doença pode se agravar pela suspensão do uso do medicamento de controle. Para propiciar um tratamento específico, capaz de manter a vida da mãe e do bebê, amigos e parentes promovem uma Vakinha Virtual para arrecadar recursos.

Todos podem colaborar doando qualquer valor! Basta acessar a página de doações. Os organizadores da campanha alertam que a colaboração, por menor que seja, pode ajudar a salvar as vidas da mãe e do bebê.

Complicações na gravidez

A assistente social tem 32 anos, é casada e tem uma filha. O diagnóstico de Macroadenoma Hipofisário (tumor cerebral de grande dimensão, localizado na base do crânio, especificamente na hipófise, local onde os hormônios são produzidos) poderia ter sido controlado sem necessidade de intervenção cirúrgica, e a gravidez complicou o quadro.

Acontece que, à medida que a gestação avança o tumor também tende a crescer. Na gravidez, a prolactina é produzida naturalmente pelo organismo, mas o aumento desse hormônio no organismo incide diretamente no crescimento do tumor. O fato de estar grávida também impede Lourdes tomar a medicação para o controle da prolactina ou fazer ressonância magnética para acompanhar o macroadenoma. Em Parintins-AM não há recurso e nem suporte médico para essa situação.

Já em São Paulo há profissionais na área de Endocrinologia e de Neurocirurgia que têm larga experiência e que fazem estudos científicos de situações como a dela. Lá, Lourdes poderá receber atendimento específico e, se for o caso, passar por intervenção cirúrgica. Além disso, deve viajar, no máximo, até março, pois, a partir do 7° mês de gestação, não poderá mais realizar qualquer viagem. Os organizadores da Vakinha afirmam que é uma verdadeira corrida contra o tempo.

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